A questão é que Costinha não é desta linhagem. Invoca (e não foi pela primeira vez), e bem, o seu sportinguísmo. Já todos percebemos que a corja que por lá gravita, é tudo menos sportinguísta. Costinha tem 'escola' da bola. E os srs. drs. não sabem o que isso é. Perdeu-se um dirigente que com outro suporte até podia ter feito um trabalho bem melhor. Mas nada disso invalida que Costinha falou demais, e 'assinou' definitivamente a sua saída do clube.
Duas notas da entrevista: A primeira quando disse que os sócios estão cheios de mentira. Pois estão! Mas será a sua versão a verdade dos factos? É que de concreto também nada disse, foi frontal, mas não revelou nada que ninguém não adivinhasse. A segunda para o seu maior tiro no pé: Paulo Sérgio. Quis defender o indefensável e lixou-se. Quando diz que Trezeguet não veio por 100mil euros, mas deu 600mil por esta equipe técnica, passa a si próprio um atestado de não esperteza. Ou então esqueceu-se de dizer quem é que não quis um e lhe impingiu o outro...
2 comentários:
o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita. Heitor
ta arrumado. ja vais tarde!
Enviar um comentário